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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Ele cresceu...


Nasceu. Cresceu o meu bebé.
Chorou. Dormiu. Fez birras de sono. De mimite aguda.
Continuou sempre a crescer.
Começou por reconhecer os pais. Aprendeu a sentar-se sozinho. A rir e gargalhar.
Começou a dizer as primeiras palavras. As primeiras imitações. As primeiras teatrices.
As primeiras perguntas "o que é?".
Largou as fraldas, para ser um crescido.


Até vai para a escolinha, vejam bem como o meu bebé cresceu.
Lá atrás num passado que parece feito de ontem, vão ficando instantes daquele que foi o meu primeiro bebé.
A chucha, havia sido sua companheira de muitos ohohs e descansos noturnos.
Quis despedir-se dela, em jeito de se despedir do bebé que era.


O meu bebé-que-carreguei-nove-meses cresceu. Adora brincar aos teatros. Herdou os olhos e a sensibilidade da mãe.


Das poucas coisas que alimenta o laço do menino-crescido com o menino-de-sua mãe, há o colo e os mimos que vira e mexe pede à mãe. E o beijinho de bom ohoh.


É... O meu bebé cresceu.
Cresceu feliz e artista.


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