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domingo, 22 de julho de 2012

De sete em sete anos


Ao nível espiritual, há quem acredite que a nossa vida é composta por ciclos de sete anos.

Tenho vindo a pensar nisso há algum (entenda-se bastante) tempo e a verdade é que acaba por bater certo.

Aos sete anos, os meus pais separaram-se.
Aos catorze, entrei para o teatro que me ajudou em tanto e tanta coisa.
Aos vinte e um conheci o pai dos meus filhos.
E os vinte e oito chegam em Novembro. Está quase.

As três coisas enumeradas, tiveram todas grandes impactos na minha vida; umas para o lado positivo, outras nem por isso.

Posto isto, dadas as circunstâncias e porque é mesmo preciso acreditar que tudo vai mudar para melhor, cá estou de braços abertos à espera que os vinte e oito anos fechem um ciclo bastante conturbado e iniciem um em que reine mais luz e coisas boas.

Uma coisa é certa: mesmo que não seja iniciada uma nova era com coisas mais tranquilas e que nos tirem a fome e o sono, à noite, cá estarei para, mais uma vez, aceitar o que a vida tem para me propor e oferecer, de modo a ultrapassar a situação. Diz que me tenho tornado perita nisso.

Mas que era bom que tudo melhorasse, era.

ps: o primeiro dia de trabalho foi fantástico!
ps II: diz que sou uma moça novita.

2 comentários:

Sal disse...

já ouvi essa teoria dos ciclos de 7 anos, e faz sentido.

não tem de ser contado de 7 em 7 desde o nascimento, se procurares vais encontrar outros ciclos de 7 anos que começam numa altura sem quê nem porquê.

que um novo ciclo comece :)

beijinhos

Sofia disse...

Não tenho prestado atenção aos ciclos que há, sem se levar em conta a data de nascimento.

Quando penso nos meus, ocorrem-me logo os três marcos que enumerei no texto.

Vou passar a levar em consideração outras coisas importantes, para ver o que sucede sete anos depois.

Confesso que estou bastante expectante quanto ao fechar deste ciclo e o início do próximo. Espero que tenha já passado grande parte da catarse.

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