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terça-feira, 12 de junho de 2012

O nosso dia encantado, na TV

Tenho recebido, através do formspring, algumas questões associadas à nossa recente ida à televisão. Como correu, como não correu, o que aconteceu e outros blablas mais do que comuns, aliados a outros clichés.

Uma vez que o vídeo está visível, publicamente, creio que me parece sensato que partilhe o mesmo por aqui. Deixa de ser necessário perguntar pelo mesmo através do formspring.

Desta forma, cá estamos nós.

O vídeo é extenso, são perto de 30 minutos.

Curioso como a história que nós trazemos connosco pode dar tanto alento a outras pessoas que passem por situações semelhantes.

E que bom que é saber que o meu gordipampas-mor, conseguiu dar alegria a tantas, mas tantas pessoas, só com um bater de palmas repetido...

Assim como é fantástico perceber que a história de vida da minha flôr pequenina emocionou as pessoas e a calma do gordipampas-pequeno enterneceu quem o viu.

Cá vos deixo um pedacinho de nós.

2 comentários:

anapaulaml disse...

Olá Sofia,

Já vi o video todo e emocionou-me muito, és uma mãe coragem.

Eu tenho um menino com 3 anos e o meu parto foi excelente, desde que entrei no hospital às 02h35 minutos e o Tiago nasceu às 03h02m, 25 minutos de trabalho de parto, muito rápido e nem me lembro das dores e não houve tempo para epidural. O pior foi depois que tive um pós parto bastante complicado, mas isso tambem já foi esquecido.

Espero que arranjes emprego o mais rápido possível.

Beijinhos grandes

Sofia disse...

Ana Paula, muito, mas mesmo muito faltou para contar.

O pós-parto do Henrique não foi mau, foi péssimo e não falo só na minha parte. Falo na dele, ainda na maternidade. Não consegui amamentar e pedi ajuda vezes sem conta. Ele chorava imenso. Diziam-me que era birra. Ainda ele não tinha um dia, já fazia birras, segundo as enfermeiras.

Só no terceiro dia, quando saímos, é que a pediatra que lhe deu alta me disse que ele estava cheio de fome. Não conseguia mamar porque tinha o freio da língua muito curto. Resumindo, ele quase não comeu, durante o nosso internamento... Mas fazia birras...

Em casa, a minha recuperação foi bastante dolorosa. Ao fim de um mês/um mês e meio, ainda tinha pontos para sarar e cair...

Devia estar num estado muito alterado quando decidi avançar com a gravidez dos cerejas, depois do que passei com a do Henrique.

Importa que agora, estamos todos bem.

Beijinhos!

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